“A imagem mais forte que eu guardo de você é a de uma mulher em silêncio. Do silêncio que se ouvia, que ecoava de dentro do seu quarto”. Num texto autoficcional que transita entre as cidades e as idades, as certezas e as dúvidas, os amores, a vida e a literatura, Natália Bravo nos oferece uma espécie de retrato incompleto e imperfeito de uma mulher pouco convencional: médica, leitora e intelectual antes de ser mãe, a história de Marina e de suas escolhas, de suas contradições, de sua força e de suas inúmeras vulnerabilidades poderia ser, ainda, a história de cada uma de nós, mulheres do século XXI: mais de cem anos depois do nascimento de Marina, seguimos em busca do direito a nos apropriarmos de nossas vidas e de nossos corpos em toda a sua plenitude.
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